quinta-feira, 30 de março de 2017


Pulsares

Neste sopro de incerteza,
Embacia-me o olhar uma lagrima que desperta
E ao avivar da saudade,
é unguento da certeza do momento.
Ergo a voz.
No silencio liberto-a
E retribui-ma o vale no eco do vento...
Qual pulsar no universo da galáxia deste dia,
Que de celeste apenas tem o azul do céu,
Que entre falésias preenche o vazio;
Reflexo espelhado sobre penumbra de véu,
Na quietude das aguas passadas do rio...

                                      J.F.

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